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dc.contributor.authorSilva, Ruana Natasha Bispo da-
dc.date.accessioned2018-06-21T20:59:44Z-
dc.date.available2018-06-21T20:59:44Z-
dc.date.issued2018-06-21-
dc.identifier.issnCDD 801.92-
dc.identifier.urihttp://dspace.bc.uepb.edu.br/jspui/handle/123456789/16876-
dc.descriptionSILVA, R. N. B. Inconsciente, arte e sublimação: uma análise psicanalítica em poemas de Fernando Pessoa. 2018. 50f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Letras/Português) - Universidade Estadual da Paraíba, Monteiro, 2018.pt_BR
dc.description.abstractO presente trabalho tem como objetivo analisar, sob a perspectiva da psicanálise, as manifestações do inconsciente freudiano em poemas de Fernando Pessoa. Nossa pretensão foi analisar os poemas Sou um evadido, Não sei quantas almas tenho, Autopsicografia do ortônimo Pessoa, e Todas as cartas de amor são ridículas de Álvaro de Campos, heterônimo do poeta. Nesse estudo, utilizamos como arcabouço teórico os estudos de Freud (1996) acerca da teoria do primeiro aparelho psíquico, conceito de sublimação e os estudos de Nasio (2017) e Peyon (2008) sobre a relação inconsciente e arte; inconsciente e suas manifestações nas produções dos poetas. Para Freud (1996) o inconsciente é a parte mais profunda de nossa mente e é formada por conteúdos reprimidos, traumas, desejos proibidos, pulsões sexuais e agressivas. Os conteúdos recalcados no inconsciente procuram estratégias para burlarem a censura e se tornarem conscientes. Assim se manifestam a partir de sonhos, atos falhos, lapsos, chistes e da arte, como a pintura, a dança, a poesia, dentre outros. Segundo Sigmund Freud (1996), a arte estava relacionada à leitura dos significados reprimidos e inconscientes, com base nessa informação, as produções artísticas passam a ser consideradas como sublimação de desejos proibidos e conteúdos recalcados. Para o teórico, assim como os sonhos, os poemas precisavam ser analisadas à luz do inconsciente, pois afirmava que o poeta em suas produções artísticas faziam revelações que lhes eram desconhecidas. Em nossas análises, podemos supor que o inconsciente se revela nos poemas que selecionamos como corpus desse estudo. Evidenciamos que Fernando Pessoa através do eu-lírico faz alusão as estranhezas que habitam seu universo psíquico fazendo menção a partes desconhecidas de si mesmo; as angustias que sofreu sem compreender suas causas, ao desejo de fugir de si mesmo para não entrar em contato com as feridas reprimidas, aos desejos que se revelam nas palavras que exprimem as profundezas obscuras de sua mente.pt_BR
dc.description.sponsorshipJoana Dar'k Costapt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.subjectLiteratura e Psicanálisept_BR
dc.subjectFernando Pessoapt_BR
dc.subjectTeoria do aparelho psíquicopt_BR
dc.subjectSigmund Freudpt_BR
dc.titleInconsciente, arte e sublimação: uma análise psicanalítica em poemas de Fernando Pessoapt_BR
dc.typeOtherpt_BR
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