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dc.contributor.authorSilva, Renaly Barbosa da-
dc.date.accessioned2021-05-11T13:01:30Z-
dc.date.available2021-05-11T13:01:30Z-
dc.date.issued2019-11-27-
dc.identifier.otherCDD 660.284 235-
dc.identifier.urihttp://dspace.bc.uepb.edu.br/jspui/handle/123456789/23409-
dc.descriptionSILVA, R. B. da. Caracterização do caulim do Junco do Seridó –PB para avaliação do seu potencial adsorvente no sistema caulim/urucum. 2019. 34f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Química Industrial)- Universidade Estadual da Paraíba, Campina Grande, 2019.pt_BR
dc.description.abstractDesde a antiguidade, os povos primitivos realizavam a arte da pintura, usando como tintura os corantes naturais que eram extraídos de plantas, frutos entre outros. Os povos Maia, por exemplo, usavam um corante natural (“azul maia”), extraído da planta Indigofera Anil, para fazer pinturas de cerâmicas e murais que continuam com cores vibrantes até os dias de hoje. A resistência ao tempo das cores dessas obras é algo que desperta grande interesse. Após a investigação da escala molecular de amostras dessas pinturas supõe que a inexplicável estabilidade química, foi devido à mistura resultante da interação química de um corante de origem vegetal e um mineral de argila. Para avaliação dessa interação (argila/pigmento) este trabalho usou um dos corantes naturais mais estudados que é o urucum, encontrado com facilidade na região nordeste e o resíduo da argila branca (Caulim) proveniente do Junco do Seridó – PB. O caulim foi caracterizado por Difratometria de raio X e por espectroscopia no Infravermelho com Transformada de Fourier. Foi realizada a extração do corante do urucum com água e hidróxido de sódio, e preparados os sistemas caulim/urucum. Os resultados de DRX evidenciaram que esta argila é predominantemente constituída por caulinita e em menor quantidade por quartzo e mica. Observa-se ainda que o caulim da Paraíba apresenta alta cristalinidade. Resultados preliminares de adsorção do pigmento no caulim mostraram que o sistema caulim/urucum é estável fotoquimicamente pois não houve modificação da cor dos sistemas caulim-corantes durante um período de 14 dias expostas a luz ambiente, após o processo de secagem. No entanto, ocorre perda significativa da cor durante o processo de secagem (7 dias), com recuperação da cor quando o sistema é umedecido.pt_BR
dc.description.sponsorshipOrientador: Maristela Alves da Silvapt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.subjectCaulimpt_BR
dc.subjectUrucumpt_BR
dc.subjectAdsorçãopt_BR
dc.titleCaracterização do caulim do Junco do Seridó –PB para avaliação do seu potencial adsorvente no sistema caulim/urucumpt_BR
dc.typeOtherpt_BR
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