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dc.contributor.authorCosta, Mateus Wilker Matias-
dc.date.accessioned2023-07-24T13:44:23Z-
dc.date.available2023-07-24T13:44:23Z-
dc.date.issued2022-07-18-
dc.identifier.otherCDD 616.994-
dc.identifier.urihttp://dspace.bc.uepb.edu.br/jspui/handle/123456789/29879-
dc.descriptionCOSTA, Mateus Wilker Matias. Perfil epidemiológico das neoplasias malignas orais no Brasil. 2022. 18 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Odontologia) - Universidade Estadual da Paraíba, Campina Grande, 2022.pt_BR
dc.description.abstractEsta pesquisa teve como objetivo descrever o perfil epidemiológico das neoplasias malignas orais, a partir da análise dos dados sociodemográficos, ambulatoriais e hospitalares em todo o Brasil. Trata-se de um estudo ecológico com abordagem indutiva, com procedimento comparativo-descritivo e técnica de documentação indireta. O período avaliado foi janeiro de 2016 a dezembro de 2020, já que estes seriam os dados mais atuais e completos disponíveis pelo Sistema de Informação Ambulatorial (SIA) e pelo Sistema de Informação Hospitalar (SIH) do SUS, em todas as unidades federativas do Brasil. O universo das informações ambulatórias referente a todas as categorias de neoplasias malignas foi de 1.795.862, enquanto a amostra de registros correspondente ao número de diagnósticos de neoplasias malignas orais foi de 70.212. Já o universo de internações hospitalares ocasionadas por todas as neoplasias malignas foi de 2.607.904, enquanto a amostra referente aos óbitos causados por neoplasias malignas orais foi de 15.356 registros. Por tratar-se de banco de dados diferentes, não há uma correspondência entre eles. O estudo revelou que o ano com maior prevalência de diagnósticos foi em 2019 (26,1%). Em relação a distribuição dos casos, a maior taxa, por 100.000 habitantes, foi vista na região Sul (10,05), seguida da região Sudeste (7,70). Indivíduos do sexo masculino (75,1%) e a faixa etária de 60 a 79 anos (44,7%) foram as mais recorrentes. A orofaringe (28,2%) foi o sítio anatômico mais atingido (28,2%), a radioterapia foi o tratamento mais realizado (41,9%), o estadiamento clínico mais frequente foi o IV (40,6%) e quase metade dos pacientes (44,4%) iniciaram o tratamento em até 60 dias após o seu diagnóstico. Em relação aos registros de óbitos, a maior taxa, por 100.000 habitantes, foi vista na região Sul (10,05), seguida da região Sudeste (7,70). A maior prevalência foi verificada no sexo masculino (77,3%) e na faixa etária de 60 a 79 anos (48,3%). Os achados desta pesquisa indicam um número crescente de casos de neoplasias malignas orais ao longo do período estudado, exceto em 2020, ano no qual houve uma pequena redução de 5,36% dos casos quando comparado a 2019. A crescente notificação e a alta prevalência de casos em estágio IV apontam para a necessidade de uma campanha robusta de conscientização e detecção dessas neoplasias, visando a prevenção e a redução no número de óbitos causados por esse agravo, considerando seus fatores de risco e a importância do diagnóstico precoce.pt_BR
dc.description.sponsorshipOrientador: Prof. Dra. Bruna Rafaela Martins dos Santospt_BR
dc.language.isootherpt_BR
dc.subjectNeoplasias bucaispt_BR
dc.subjectEpidemiologia descritivapt_BR
dc.subjectPrevenção em saúdept_BR
dc.subjectEducação em saúdept_BR
dc.titlePerfil epidemiológico das neoplasias malignas orais no Brasilpt_BR
dc.typeOtherpt_BR
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